Um sábado na Fazenda do Lago: como os clubes do Lago Corumbá IV organizam o fim de semana a 1h10 de Brasília

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Da maior piscina de ondas do Brasil ao pôr do sol na marina, o distrito privado às margens do Lago Corumbá IV não vende uma lista de amenidades: vende um jeito de gastar o tempo. É na rotina, e não no folder, que o projeto aposta seu argumento definitivo

Toda promessa imobiliária cabe numa lista. O que não cabe em lista é um sábado. A Fazenda do Lago, distrito privado erguido pelo Grupo CPR às margens do Lago Corumbá IV, em Abadiânia (GO), construiu seu modelo sobre essa diferença: os clubes não foram desenhados para impressionar visitantes, mas para reter moradores, e retenção se mede em rotina.

A escala ajuda a entender a aposta. São 3 milhões de metros quadrados de gleba, com 470 lotes distribuídos em 33 quadras na primeira fase, e um programa de 19 amenidades organizado em quatro clubes de operação independente: Surf Club, SPA, Marina e Golf Course. O conjunto, que o grupo posiciona como o primeiro wellness district do país, fica a 1h10 de Brasília por acesso 100% asfaltado pela BR-060, o que coloca o endereço dentro do raio de fim de semana perto de Brasília e de Goiânia.

O dia imaginado pelo projeto começa na água: a maior piscina de ondas do Brasil, no Surf Club, com onda programada e disponível o ano inteiro a mais de mil quilômetros do litoral mais próximo. Segue para o traçado de golfe pensado para equilibrar competição e contemplação, passa pelo almoço em família, pela cavalgada do centro equestre, pela quadra de beach tennis no fim da tarde, e termina onde o cerrado é mais generoso: no deck da marina, com o pôr do sol sobre os 170 km² do Lago Corumbá IV.

“A gente não pergunta ao morador se ele usa a estrutura. A estrutura é o motivo de ele estar aqui. O lote é consequência”, afirma Marlon Ceni, CEO do Grupo CPR.

Cada clube foi pensado como um território do dia, não como um item de folder. A Marina responde pela água, com wakeboard e navegação no lago; o Golf Course e as quadras de tênis e beach tennis respondem pelo esporte; o SPA, pela recuperação; a vinícola e o centro equestre, pelo que não tem hora marcada. A operação independente de cada clube é o que permite que a rotina aconteça no ritmo do morador, e não no do calendário de eventos do empreendimento.

A rotina é sustentada pelo que não aparece: o wellness club que organiza a camada de saúde, o kids village que resolve a infância, o ambulatório e o monitoramento 24 horas que respondem pela segurança, o heliporto e a BR-060 asfaltada que mantêm Brasília a 1h10 de distância. Cada território do empreendimento é menos uma amenidade e mais um pedaço do dia.

Para quem vive em Brasília ou Goiânia e procura um lugar de fim de semana, a conta que o projeto propõe é de tempo, não de quilômetros: a semana na capital, o sábado inteiro dentro do endereço, sem estrada de terra e sem deslocamento entre um programa e outro. A pergunta deixa de ser aonde ir e passa a ser por onde começar.

Não é uma lista de facilidades. É uma proposta de tempo. E num mercado em que quase tudo se replica, o jeito de gastar as horas talvez seja o último dos luxos que não se copia: vive-se, estruturalmente, entre os clubes, ou não se vive ali.

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